farrapos
vilanagem
27.10.2010arquivado em: farrapos 1
vilanagem

Se há casas que melhoraram a “cena” nocturna em Barcelos uma delas é o Lambreta Bar a outra é o Subhata Bar.

Não tenho ido em peregrinação regular ao Lambreta por motivos de horário. Não acerto com os horários – não sei se abre às 20h30 ou às 21h30. Deve ter sido por isso que no dia 15.Out, o primeiro dia do Oktoberfest, as portas ainda estavam fechadas às 21h05. Sem possibilidade de contactar o famoso azia fui para casa de boca seca. Esta sexta-feira vou telefonar-lhe primeiro.

sapphire martini

Esta entrada prende-se contudo com a vilanagem que me foi feita no Subhata Bar no dia 22.Out – sim leram bem, tive o meu palato torturado por um barman de nome #$#&%/&$ (passem por lá e descubram vocês mesmo o nome do vilão) que me convenceu com falinhas mansas, enquanto esfregava as mãos devidamente compostas com uns espectaculares anéis, a provar uma variação do já delicioso cocktail Blue Lagoon. Devem compreender que não consegui resistir.

Servirá, remotamente, como desculpa que já tinha terminado o ritual do meu “café cheio, cheio, mesmo cheio” acompanhado com um senhoril Drambuie e estava preparado para outros níveis? A verdade é que se já não resisto per si a um Blue Curação, quanto mais a um novo cocktail. O barman $%#”!%& presenteou-me com um Sapphire Martini. Enquanto apreciava a combinação de sabores e depenicava em alguns aperitivos não deixava de remoer a não descoberta de um sabor que escapava ao meu palato – barman vilão pois então.

Passou-se tempo. Bebida devidamente bebida. Saboreada. Degustada.

Aparece-me novamente ele, sorriso malandro, a tentar-me com outra mostra dos seus dotes de abanador de shaker: “gosta de Baileys?”, perguntou-me, “por acaso até gosto”, “eu já desconfiava que Sr. Paulo (“o senhor deve estar no céu e se estiver não está nada satisfeito com estas tentações” retorqui) gostava de Baileys e estou mesmo a terminar uma bebida. Que tal?”

pillow talk

pillow talk

Não resisto a um desafio lançado mesmo que sem luva e tendo ainda por cima atrelado um Baileys tive de acenar em concordância e foi-me servida uma BOMBA de sabores, um Pillow Talk, que arrasou literalmente comigo; não se faz isso a um pai de família.

No geral foi uma noite verdadeiramente bombástica que aconselho a qualquer um que deseje confiar no shaker do barman.

Apesar de que ainda tenho bem presa na memória (não me esqueço tão facilmente) daquela noite em que um dado senhor me atacou com um cocktail rusty nail; em suma os barmans não são muito de confiar.

artigos relacionados

uma resposta

  1. mudado o nome das bebidas.
    :)

deixar uma resposta





são regularmente gastos na produção e manutenção deste blog uns bons pedaços de caldo, suaves e furtadas cervejas.
produção e alojamento por oitava esfera