Foi a exposição que mais desejei ver desde que duas pessoas que estimo virtualmente, agora mais na vida real, trouxeram para a luz do dia um excelente pedaço da nossa história bedéfila. Tem sido um trabalho meritório, presumo que cheio de contratempos, mas suculento. Aqui ficam algumas imagens da exposição Zakarella.
(…) De certo modo, todos os deuses das velhas religiões eram imperfeitos, tendo em conta que os seus atributos eram apenas os atributos humanos ampliados. O Deus do velho testamento, por exemplo, exigia uma submissão humilde e sacrifícios e tinha ciúmes dos outros deuses. Os deuses gregos tinham ataques de amuo e querelas de família [...]
O espectáculo é surreal. O leão, rei dos animais, vigia friamente Leviatã, o desfalecido rapaz selvagem. O hipopótamo menos comedido no controlo das emoções, grita em desespero. O dinossauro que atravessou uma fenda temporal olha estupefacto; não compreende o que se passa e muito menos onde está. Mas nem tudo está perdido. A salvação vem [...]
O primeiro filme que vi este fim-de-semana e…. uma porcaria em um tempo.
E lá consegui visitar a Hand Jobs – Mr. Esgar’s ArtShow. A minha filhota teve de ir connosco e nunca sei como ela pode reagir às novidades; é um risco não assegurável.
A minha mais que tudo ficou ontem doente e só hoje reparei devido a um tuito da @Cat_SaDiablo que fui temporariamente um poeta com estilo. Lendo isto agora nem sei porque comecei a tuitar de Nokia na mão; talvez para passar o tempo.
Não pescava desde os meus 13/14 anos de idade e como tal já sabia que nem ia devidamente equipado, mas tinha uma mochila de 107 quilos de boa vontade cheia. Com cana de pesca emprestada fiz-me ao mar. As ondas fizeram-se a mim; fui muitas vezes o sacrifício de ondas que decidiram, sem eu saber porquê, no exacto momento em que lançava, molhar as minhas velhas sapatilhas Le Coq Sportif, que devem ter mais de 25 anos.
Esta exposição foi visitada com a minha filha num lindo domingo. As fotos estão, igualmente, no portal Barcelos; mas como não sei se irei manter por muito mais tempo esse projecto coloco no meu blog as fotografias do evento.
Está à venda a excelente antologia, “Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa”, organizada por Luís Filipe da Silva da editora Saída de Emergência.
Posso desde já dizer que o design é mais uma vez espectacular e o conteúdo muito, mas muito sumarento.
Acordei com a mão esquerda a segurar os tomates. Nada de anormal este meu acordar; gosto de coçar, acariciar os meus tomates (poderia dizer testículos, mas essa palavra transmite uma ideia de inocência; e os meus tomates são tudo menos inocentes) – gosto de os sentir como contrafortes de um membro que mesmo em hibernação revela respeito.
Saí do sono verdadeiramente satisfeito, a abraçar de braços abertos as minhas almofadas king size Reykjavik-Eider em seda e com metade do corpo acariciado por um edredão Jon Sveinsson; não sou pessoa de gostos elitistas, mas gosto de me vestir com a cama – será um fetiche?






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