A primeira foto comprova preto no autocolante o quanto a filhota adora decorar, colar, pintar. Aparentemente não é nada, concretamente é um roupeiro. Estas duas exibem o seu peluche de eleição o temível e assustador crocodilo capaz de afastar qualquer pesadelo e matar potenciais monstros debaixo da cama.
“Foda-se!”, gritei mal os lábios tocaram o líquido castanho. “O senhor bem que podia ter cuidado com a linguagem. Está aqui uma criança.” Isto foi nasalado por uma senhora pimpona acompanhada por um rapaz dos seus 15 anos. Reconheço que o impropério saiu-me assim de rajada. No entanto o café estava quente como o caraças. [...]
(…) De certo modo, todos os deuses das velhas religiões eram imperfeitos, tendo em conta que os seus atributos eram apenas os atributos humanos ampliados. O Deus do velho testamento, por exemplo, exigia uma submissão humilde e sacrifícios e tinha ciúmes dos outros deuses. Os deuses gregos tinham ataques de amuo e querelas de família [...]
Com uns miseráveis 7 anos comecei a ler “Guerra de Paz”; apenas 7 anos depois é que retomei a leitura e a terminei.
realmente 89 freguesias. Muitas vezes Barcelos não sabe o que fazer com tantas freguesias e à falta de melhor faz-se uma qualquer feira para festejar qualquer coisa. A Feira do Fumeiro é para mim isto; mais uma festa para enganar o povo e criar fantasias nas raparigas e em alguns rapazes – agora somos até, quase, mais modernos.
“Metro 2033″ de Dmitry Glukhovsky, editado na colecção 1001 Mundos (Edições Gailivro) é um livro de ficção cientifica com uma escrita avassaladora.
Se há coisa que a tecnologia trouxe que odeio é o telemóvel. Cada vez mais detesto este bicho electrónico que deixo sem querer? a bateria do animal ficar a zero. É por esse motivo que raramente tenho saldo no telemóvel. Sou capaz de andar mais de um mês sem precisar de o carregar.
“A Estranha Vida de Nobody Owens” é outra maravilhosa obra de Neil Gaiman editada pela Editorial Presença.
O atraso é tanto em algumas leituras que só hoje terminei a leitura da revista “Le Magazine Littéraire” n,º 495, Março 2010 e graças ao facto de ter havido atraso na consulta do meu filho.
É um número que foi comprado unicamente pelo dossier especial sobre Fedor Dostoïevski que se revelou uma boa surpresa.
Já não era apenas quando chegava de férias que encontrava o meu porta lápis desprovido de canetas, de lapiseiras, de lápis, de tesoura, de corrector, de réguas, de afia lápis, de corta papel, de borrachas, de tira-agrafos, de x-acto, mas tal coisa nunca me ralou, apenas perdia por tradição alguns minutos a pensar quem teria levado o material tendo em conta que eu era o único funcionário no escritório, porque assim começava o trabalho com novo material e adoro especialmente afiar o novo lápis, a ponta fica fina como um estilete, é a única tarefa realizo com imensa atenção e prazer, mas actualmente era a qualquer momento que as minhas coisas saíam do lugar e o culpado tinha agora rosto.






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