“Skyline – O Alvo Somos Nós” é um verdadeiro filme de ficção cientifica versão invasão assustadora. No final do filme, presumo, que a maior parte dos espectadores fique desiludido pela aparentemente falta de enredo e pelo final “infeliz”. Não é um filme tipo “Guerra de Mundos” ou “Dia da Independência” com muito humor, grandes diálogos pelo meio, enormes actos de heroísmo que salvam a humanidade da exterminação.
O meu exemplar chegou hoje e é o número 89. Só vou começar a ler esta obra de Rhys Hughes após terminar uma leitura que tenho em mãos, mas não me queria deixar de apontar o que pode ser considerado um mimo de Natal.
Leitura não apenas divertida – divertidíssima – com suaves desenhos a acompanhar.
Comprei os dois álbuns “Curvas Perigosas” de Maitena a preço da chuva, 5 euros. Foi o preço que me convenceu e não a desenhadora que não conhecia, nem tinha ouvido falar.
Depois de “Guia Prático para Cuidar de Demónios, Uma Comédia de Terror” e de “O Anjo Mais Estúpido” terminei na semana anterior a leitura de “Cordeiro, o Evangelho segundo Biff, o amigo de infância de Jesus Cristo” (Lamb: The Gospel According to Biff, Christ’s Childhood Pal) de Christopher Moore.
É uma romance mais exigente e mais longo.
a kind of windmill
“The Simpsons Movie” não tem nada de novo excepto o tempo. Dura um bocadinho mais do que os episódios.
“Over Her Dead Body” é um filme que me divertiu, mas tendo em conta o atraso com que registo isto devo acrescentar que quando o vi qualquer coisa me servia para distracção da dor nas “bolas”.
No sábado passado com o objectivo de ver um filme com a mais-que-tudo e o filhote fomos a Braga. Nada de jeito para ser visto pelos três – havia Shutter Island e Solomon Kane, mas acho que os 12 anos do meu filho não se enquadram no perfil de ambas as películas.
A minha mana enviou-me um email com este anexo que cria ou não uma ilusão de óptica. Não sei o autor desta ilusão?






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