Um festival de boa disposição para toda a família exceptuando que é um filme mais que previsível dentro daquela previsibilidade mais que irritante.
Mais uma vez a Margarida realizou duas obras primas segundo os seus próprios critérios exigentes.
Não há folha que escape a uma caneta, lápis, lapiseira, marcador… é um risco ali, um desenho acolá; é uma artista terrorista que reduz as minhas folhas A4, os meus blocos de apontamentos a um singelo vazio.
“A Estranha Vida de Nobody Owens” é outra maravilhosa obra de Neil Gaiman editada pela Editorial Presença.
A arrasto do Sérgio lá me arrisquei confiar nos seus gostos. Mas desde que ele aprendeu a além de beber uma La Trappe e a dizer sem gaguejar La Trappe merece algum crédito. A ideia era conhecer o café do sobrinho chamado elitistamente de CafféCaffé e comer um cachorro especial ajudado por uma La Trappe de pressão.
Bem…
Estou de férias!
Piscina, mais piscina e mais piscina e aprender a andar a cavalo. Um pouco diferente de montar uma égua. Mas sendo uma pessoa com coragem vou conseguir… Um cavalo não precisa de muitos preliminares!
Mas o que tem isto a ver com fio dental?!
Mais um vez sou vitima do olhar fulminante da minha filha. Sou o seu modelo preferido.
Entro no carro e a família estava em desespero pelo facto do insecto resistir aos avanços dos lenços de papel e não se deixar capturar.
A minha filha ofereceu-me dizendo que este “és tu, pai”.
Nunca fui pessoa para ligar ao futebol como desporto e muito menos como salvador da força anímica portuguesa quando joga a selecção; mas nunca tanto como este mundial. Ando completamente alheio, indiferente.
Desde que coloquei dois desenhos com alguma ideia do que está desenhado fui hoje sujeito a chantagem – com um simples beijo – para que este desenho fosse virtualizado porque é diferente dos outros todos.






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