Em “Deuses Americanos” Neil Gaiman oferece uma road story, digamos, mitológica agradável. Li o livro sem problemas. O enredo está bem construído, deuses com idiossincrasias engraçadas, mas no geral é um livro que não me deixa saudades.
“Os Olhos de Allan Poe” (“The Pale Blue Eye” de 2006) é uma grande aposta editorial da Saída de Emergência (espero que seja ganha a nível comercial – para evitar a frase “uns compensam os outros”).
Com uns miseráveis 7 anos comecei a ler “Guerra de Paz”; apenas 7 anos depois é que retomei a leitura e a terminei.
Valerio Massimo Manfredi fornece em “Quimera” uma história sem qualquer originalidade, mas que não deixa de servir um doce propósito: distracção pura e simples (aquela sem floreados) como qualquer banho gelado em pleno verão.
“A Estranha Vida de Nobody Owens” é outra maravilhosa obra de Neil Gaiman editada pela Editorial Presença.
Já tinha pretendido comprar “A Cidade das Sombras” de Jeanne Duprau à algum tempo. Mas nunca tinha tomada a decisão última de o colocar no “cabaz de compras”. Os meus filhos acabaram com a indecisão. A 29|07 foi-me oferecido o livro com duas lindas dedicatórias. [...]
Pronto? Agora fecha os olhos, descontrai-te, isto não vai demorar nada…
Todos os idiotas percorrem a sua vida pensando que são especiais.
É o conceito do solipsismo, em que suspeitamos que tudo gira à nossa volta e de mais ninguém. Será que nascemos com isso? Provavelmente. Quando descobrimos a empatia, é suposto deixarmos esse conceito para trás, mas duvido que alguém o faça realmente.
directamente da página 277 – Você perdeu peso. – Um tipo de stress aumenta-nos o peso, outro reduz. Sou uma criatura de químicos. Eu gostava de sofrer do stress que reduz o peso para continuar a comer sem stress. Mas sou, como sempre, vítima, até na escolha das palavras, inocente de uma qualquer desconhecida circunstância. [...]
- É impressionante como nos habituamos a viver sem pensar em coisas tão importantes como a morte. Tenho passado a vida nos hospitais com a morte ao lado. Julgava que, para mim, era coisa inteiramente natural. De repente, com o Duarte assim, a morte aparece-me diferente: um acontecimento que me interroga, que me põe em [...]





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