Outubro é o mês de luta contra o cancro da mama, por isso informações muito importantes. Tome conta de si Faça exercício regularmente! Mantenha um peso saudável e uma dieta variada, rica em frutos e vegetais. Beba com moderação e não fume. Visite o seu médico, para um exame clínico da mama uma vez por [...]
LIBERTA, SENHOR, A HUMANIDADE SOFREDORA MAS LIBERTA-ME PRIMEIRO A MIM, QUE SOU QUEM MAIS SOFRE Basta andar alguns quilómetros na automotora para descobrir isso. Se não puderem queixar-se de mais nada, queixam-se das suas estúpidas doenças, das dores nos joelhos, das pedras na vesícula, das úlceras, das veias inflamadas, dos soluços e das azias, das [...]
Hoje estou cansado por isso faço minhas as palavras de Nuno Amado (a imagem também foi rapinada do seu site).
Ao entrar na Rua de Santa Marta pressagiei um ataque demoníaco às fossas nasais tal era o cheiro abominável de bicho morto que o bolbo olfactivo processou. Passeei os olhos pelas bermas à procura do emissor daquele cheiro. Àquela altura do dia (07.30) gostava de deslocar-me pelo meio da rua, evitava os inúmeros excrementos depositados na noite anterior pelos canídeos domésticos no passeio do lado esquerdo, e por isso a pesquisa estava facilitada – a visão periférica disparava harmonicamente nos dois sentidos. Não encontrei nada que justificasse aquele odor que se diluía enquanto continuava a subir a rua.
“Sangue Oculto” é mais do mesmo, com outras tantas novidades pelo meio; temos uma fada de nome Claudine e ficamos a saber que as fadas são uma tentação para qualquer vampiro que se preze.
A dama de ferro é um instrumento de tortura e execução. Esse nome corresponde ao original germânico Eiserne Jungfrau e o instrumento consiste em uma cápsula de ferro, com uma fronte esculpida, suficientemente alta para enclausular um ser humano.
O segundo volume da saga “Sangue Fresco” ["Sookie Stackhouse (Southern Vampire)"] “Dívida de Sangue” de Charlaine Harris é ainda mais apetitoso do que o primeiro. As personagens estão mais desenvolvidas. A história está cheia de saltos e sobressaltos – adoráveis.
Como as tradições ainda podem ser o que não são vejo-me do meu ponto de vista a colocar um pouco tradicional post neste meu canto.
Eu, que tantos homens fui em vão, quero ser um e eu. A voz de Deus respondeu-lhe, dum turbilhão: Tão pouco eu sou; eu sonhei o mundo como tu sonhaste a tua obra, meu Shakespeare, e entre as formas do meu sonho estás tu que, como eu, és muitos e ninguém.
Não ando a dormir sossegado à muito tempo. Acordo? Ou fico naquele limbo onírico.





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