Acordei com a mão esquerda a segurar os tomates. Nada de anormal este meu acordar; gosto de coçar, acariciar os meus tomates (poderia dizer testículos, mas essa palavra transmite uma ideia de inocência; e os meus tomates são tudo menos inocentes) – gosto de os sentir como contrafortes de um membro que mesmo em hibernação revela respeito.
A pedido de diversas bocas exibo uma francesinha sumarenta com um bom corpo e com o resto (de qualidade) a acompanhar.
há mulheres mesmo muito boas… mas que são de plástico.
Hoje estou cansado por isso faço minhas as palavras de Nuno Amado (a imagem também foi rapinada do seu site).
Nos tempos em que acompanhava agrilhoado a minha mãe às bruxas, porque sofria do mal de inveja, ia de tal forma agoniado que as minhas tripas sofriam uma constante convulsão vulcânica.
Terminei a leitura da obra “A Conspiração dos Antepassados” e agora é fácil perceber porque o tal site de chama “Cadernos de Daath”; e, assim, acabei de ler os romances de David Soares pelo princípio.
A dama de ferro é um instrumento de tortura e execução. Esse nome corresponde ao original germânico Eiserne Jungfrau e o instrumento consiste em uma cápsula de ferro, com uma fronte esculpida, suficientemente alta para enclausular um ser humano.
A hora ou a altura do dia é indiferente. Onde reina a música da perpétua escuridão e o tempo não corre esses artifícios humanos são uma natural anedota. O local é uma gruta que possuía uma viscosidade agradável e que transpirava uma doce podridão admirada por muitos, mas que exigia um laborioso trabalho de manutenção. E nem todos os horrores estavam com disposição para comer humanos numa dieta regular, expelir excrementos de alma e cuidar durante séculos desse perpétuo jardim de bosta anímica.
Uma relíquia do meu baú.
Leitura não apenas divertida – divertidíssima – com suaves desenhos a acompanhar.






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