Manuel Morgado nasceu em França em 1979 e vive actualmente em Portugal na linda cidade de Vila do Conde; cidade onde passei os melhores anos de paixão infernal e praia. Tem já um portefólio invejável e sumarento e quem desejar manter uma actualização constante deve consultar o seu perfil no Facebook. O seu site e [...]
“Le Soir”, em colaboração com a revista “Historia”, a revista de história mais famosa de França, ofereceu uma edição especial dedicada às personagens de Tintin.
Largo Winch permite sempre boas leituras a que não são alheios os excelentes desenhos de Jean Van Hamme e, claro, as histórias de Philippe Francq.
“The Spirit” realizado por Frank Miller é um filme banal baseado numa poderosa personagem de Will Eisner. E eu que tanto ansiei vê-lo.
Essa modernidade/clássica só poderia ser concebida por dois revolucionários que dominam diversos meios de expressão, como Jodorowsky e Moebius, artífices dos quadrinhos, da literatura, do teatro e do cinema, do desenho delirante, do texto insólito. Uma obra-prima. Um marco no mundo dos quadrinhos.
Em poucas palavras posso dizer que é um filme brutal de Christopher Nolan, o mesmo realizador de Memento. Está bem realizado e com um elenco que se movimenta na perfeição. A banda sonora de Hans Zimmer assenta que nem uma luva.
Revi ainda ontem esse filme de 1971 sempre actual passados que são 38 anos. É um filme violento, perverso e sarcástico que fala de muita coisa (da falta de sentido e de moralidade dos jovens, da cultura “trash”, da violência como prazer, da droga, do alcoolismo), mas a questão principal que coloca é saber se a perca de humanidade de uma pessoa quando lhe é retirada a possibilidade de escolher entre o bem o mal, e se torna apenas um autómato, é socialmente válida.
Lá vi o filme na terça-feira.
Andava a dizer que a vontade de ver o filme era pouca. Já tinha lido o último livro. Já tinham passado dois anos desde o último filme e por isso estava naquela.
Ainda não falei aqui deste filme por esquecimento, apesar de o ter visto no dia da sua estreia nacional. Mas já falei muito deste filme.
Blindness é um filme perturbador e tal como na obra “O Senhor das Moscas” de William Golding, adaptada já ao cinema, releva que o mal é próprio da natureza humana.






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