Na quinta-feira? passada a minha mulher saiu de casa para apanhar o filho mais velho na casa de um familiar. Fiquei responsável pelo banho da mais pequena.
A minha mais-que-tudo deu as instruções da forma mais perfeita e com a indicação de serem executadas numa dada sequência:
Ainda a brincar com filtros para obter um quarto de banho nada a ver com o original.
A minha tentativa de agrafar duas folhas de papel foi um fracasso. Não pela falta de agrafos, mas pela impetuosa decisão do meu indicador se interpor entre as folhas e o viperino agrafo. [...]
Vou pegando às dúzias de cada vez nos mais de trezentos livros da Turma da Mônica que tenho espalhados pela casa, pelo escritório e dedico-me a relê-los. São o meu sonífero.
Há, pelos menos, duas más razões para detestar tomar banho de manhã.
Lido em casas-de-banho públicas. A sempre desconhecida literatura com cheiro.
Não tomo banho, passeio-me pela água.
Ao ver o iô-iô de grávidas em peregrinação para a casa-de-banho com um frasquinho de recolha de urina na mão e posterior regresso passados breves segundos já com o dito frasquinho cheio de um líquido amarelado deduzo com uma clareza cristalina que têm um controlo mental do corpo e em particular da bexiga enorme. Basta [...]






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