O atraso é tanto em algumas leituras que só hoje terminei a leitura da revista “Le Magazine Littéraire” n.º 495, Março 2010 e graças ao facto de ter havido atraso na consulta do meu filho.
É um número que foi comprado unicamente pelo dossier especial sobre Fedor Dostoïevski que se revelou uma boa surpresa.
Existe um bónus que é um conto inédito de Vladimir Nabokov, mais conhecido certamente pela sua obra “Lolita”. O conto chama-se “Le Mot” e termina com esta frase:
Mon Dieu! L’aube hivernale verdit à la fenêtre, et je ne me souviens pas de ce j’ai crié…
Traduzido do russo por Bernard Kreise, Gallimard 2010
O dossier especial começa com uma grande frase de Paul Léautaud (1872-1956) que terá dito antes de morrer “Agora, deixem-me em paz.”:
Grand écrivain, si on veut, mais écrivain à ne pas lire, par hygiène intellectuelle.
Paul Léautaud
A obra de Fedor Dostoïevski é-nos necessária “apesar de tudo.”
François Aubel e Alexis Lacroix, “Le Magazine Littéraire” n.º 495, página 58
acaba por ser a conclusão única a obter da obra única de Fedor Dostoïevski.
No artigo “Ressuscitando Cristo” por Jean-François Colosimo temos em saudável confronto dois autores que adoro (Fedor Dostoïevski e Friedrich Nietzsche). O artigo começa simplesmente com:
Dieu est mort », affirme Nietzsche. « Entre la vérité et le Christ, je choisirais le Christ », répond Fedor Dostoïevski.
“Le Magazine Littéraire” n.º 495, página 80
Foi uma leitura que me encheu as medidas – completamente.
baixa resolução: sim, 72 ppi
finalidade: para fins informativos no contexto do post que atrasos!
outros dados: apenas foi utilizada uma parte da imagem





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