Roma - Na pequena igreja barroca de Santa Giuliana, uma magnífica pintura de Caravaggio desaparece sem deixar pistas.
Paris - Na câmara de segurança do porão da Sociedade Malevitch, a curadora Geneviève Delacloche é surpreendida com o desaparecimento do maior tesouro da instituição – Branco sobre Branco, obra do russo Kasimir Malevitch.
Londres – Roubada a mais recente aquisição da National Gallery of Modern Art. Os inspectores Jean-Jacques Bizot, da polícia parisiense, e Harry Wickenden, da Scotland Yard, recompõem as peças desse intrincado quebra-cabeça. O que parecia uma série de roubos sem conexão é parte de um plano monumental que conjuga pistas falsas e enigmas de sofisticação apaixonante. Nos bastidores do mundo artístico, nos museus, galerias e casas de leilões se esconde um mistério.
Por 5 euros trouxe este livro para casa o que revelou ser uma boa compra e uma espectacular leitura.
Noah Charney em “Ladrão de Arte” oferece uma história perfeitamente rendilhada; com um final delicioso.
Apesar do autor ser um perito em crimes de arte com um curriculum 5 estrelas consegue criar um enredo complexo sem assustar o leigo com pormenores demasiados técnicos; eles estão lá mas explicados sem maçar o leitor. Sim, as personagens podiam estar mais desenvolvidas, mas estão suficientemente delineadas para divertir, sim, tem um erendo muito intrincado, e isso é mau?
Um livro que proporciona uma leitura cativante, final surpreendente.
descrição: capa do livro “O Ladrão de Arte” de Noah Charney
título original: The Art Thief
tradução: Ana Figueira
editora: Civilização Editora, 1ª edição Abril.2008
isbn: 978-972-26-2648-4
finalidade: para fins informativos no contexto do post ladrão de arte






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