Poucas vezes trago política ao meu blog.
Nem pretendo com esta entrada fazer política ou revelar as minhas tendências ideológicas. O que desejo é a dar mais uma vez dar a conhecer um livro escrito com imenso sofrimento por António Balbino Caldeira que eu tive o prazer de ler na data do sua edição em 2009.
É um livro que deve ser lido sem preconceitos e sem ideias pré-concebidas.
Como já aqui escrevi dever ser lido porque ainda existem pessoas como António Balbino Caldeira que nos surpreendem pela coragem e espírito democrático; mais uma vez revela que a “verdade não deve ter vergonha de nada, a não ser de estar escondida”.
O seu livro é de leitura obrigatória para todos o que vêm a verdade como algo de balsâmico, porque
A verdade não tem nenhuma hora especial para ela. Sua hora é agora e sempre.
– Albert Schweitzer
E sobre o autor, o homem, o português copio isto, já aqui emprestado:
Sou homem: penso, sinto e ajo. Sou cristão: não acredito na vingança. E sou cidadão: livre. Nada de pessoal. Com base naquilo que foi publicado, escrevi sobre aquele que é o maior escândalo do pós-25 de Abril em Portugal: em defesa das crianças; dos denunciadores do Horror dos abusos de décadas sobre centenas de meninos órfãos e indefesos, numa instituição do Estado criada para os proteger; e dos corajosos investigadores da Polícia Judiciária e magistrados que ousaram resistir aos ataques do poder político.
Comento factos públicos: não acuso porque não sou do Ministério Público; nem julgo porque não sou juiz. Por isso, não imputo crimes a ninguém. Mas, como cidadão livre, posso opinar sobre os factos, não me sujeito a qualquer censura e não me vergo perante o poder, nem sequer em processos políticos. Tenho o direito à liberdade de expressar a minha opinião sobre factos e, até creio, a obrigação cívica de intervir politicamente.






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Caro amigo
Muito obrigado pela sua consideração e apoio. Realmente foi um livro sofrido: na minha pele e na pele do País… E ainda tem préstimo nestas eleições…
infelizmente ainda sofremos mais do mesmo