Ontem à noite (ou hoje de madrugada) iniciei a leitura do livro “O Terror”; nessa noite fui sem motivo aparente, pelo menos eu na minha doce ignorância à loiro não consegui discernir a razão, vitima de uma ameaça tão anedótica como patética de uma pessoa a sofrer de qualquer sintoma de delirium tremens.
Sem adiantar dados sobre a pessoa em questão fiquei durante uns breves segundos a pensar o que decrepitude pode fazer a algumas pessoas que se julgam, sabe-se lá porquê, motivo de alguma perseguição medieval; a seguir bebi um gole de um Vodka Martini e continuei a minha leitura.
Hoje não posso deixar de verter um farrapo sobre o acontecimento que me podia ter feito render uma boa massa de dinheiro se a minha mulher não me tivesse sensualmente pedido para não telefonar à policia; agora estou arrependido porque este ano ia ter umas férias pagas.






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