… E a janela aberta, ampla, insondável, sobre a noite – lagoa-pelúcia, orquídea velado do meu Capricho…
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Vá! Leoninamente – dum jacto!…
O grande salto!… ao Segredo… na Sombra… para sempre… e a Ouro!… a Ouro!… a Ouro!…A Grande Sombra
Na tua vida, meu amor, eu não fui sequer alguém que passou, alguém que surgiu – fui um desaparecido.
Mistério
Consegui tornar infinito o universo – que todos chamam de infinito, mas que é para todos um campo estreito e bem murado.
O Homem dos Sonhos
… Todos os meus versos, libertos enfim, tinham resvalado do meu caderno – por voos mágicos!…
Asas
Mário de Sá-Carneiro (Lisboa, 19 de Maio de 1890 — Paris, 26 de Abril de 1916) foi um poeta, contista e ficcionista português, um dos grandes expoentes do modernismo em Portugal e um dos mais reputados membros da Geração d’Orpheu.
foto e texto biográfico retirados da wikipedia






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