A arrasto do Sérgio lá me arrisquei confiar nos seus gostos. Mas desde que ele aprendeu a além de beber uma La Trappe e a dizer sem gaguejar La Trappe merece algum crédito. A ideia era conhecer o café do sobrinho chamado elitistamente de CafféCaffé e comer um cachorro especial ajudado por uma La Trappe de pressão.
Antes de mais gostei do espaço: simples, higiénico e eficaz.
Os incautos que não se deixem enganar pela aparente juventude do responsável, que é um jovem, mas ele domina sem problemas o café e foi capaz de me surpreender com umas tostas besuntadas com queijo e pintalgadas adequadamente com tabasco (ver imagem que ilustra o post).
O cachorro não era tímido nos ingredientes – quando vou comer quero comer – e a La Trappe Dubbel de pressão foi uma boa companhia. Duplamente surpreso fiquei com a segunda rodada de tostas adoravelmente mais picantes do que as primeiras graças ao chourição que estava escondido pelo queijo derretido.
Não tenho problemas em levar desta vez o resto da família para petiscar a um preço muito simpático.
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