Acabei de ler Bhagavad-Gita.
(…)
Nada de aplausos ou olhos esbugalhados em sinal de surpresa – não se acaba o Bhagavad-Gita.
Bhagavad-Gita é um livro cheio de camadas, camadas e mais camadas que nunca está lido.
Por isso: cheguei à última página do Bhagavad-Gita. O Bhagavad-Gita foi-me de forma maquiavélica – brincadeira! – oferecido por João.
Não sei o que dizer depois de o pousar na mesinha da cabeceira. Não tenho qualquer comentário saído da cartola. Talvez arrisque a dizer que é um livro inexplicável e de uma pureza espiritual assustadora.
Ler Bhagavad-Gita e ouvir diariamente os cânticos védicos, em especial o Maha Mantra, tornou-me mais feliz, mais relaxado, mais tolerante comigo e com os outros. Ainda não sou capaz de dar “um salto de fé” e avançar para um outro nível. Algumas das razões eu sei quais são e são razões menores; as outras razões ainda estão a ser desfiadas na minha consciência ateística – o “salto” é uma coisa realmente danada!






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