farrapos
aviso aos navegadores
nada de falsas moralidades...
Acordei com a mão esquerda a segurar os tomates. Nada de anormal este meu acordar; gosto de coçar, acariciar os meus tomates (poderia dizer testículos, mas essa palavra transmite uma ideia de inocência; e os meus tomates são tudo menos inocentes) – gosto de os sentir como contrafortes de um membro que mesmo em hibernação revela respeito.
Saí do sono verdadeiramente satisfeito, a abraçar de braços abertos as minhas almofadas king size Reykjavik-Eider em seda e com metade do corpo acariciado por um edredão Jon Sveinsson; não sou pessoa de gostos elitistas, mas gosto de me vestir com a cama – será um fetiche?
irei passar a publicar textos para causar repúdio moral – assim espero.






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És um elitista fetichista!!!!
Abraço
quem me der ser eu, mas ter um edredão de 24,000 euros e almofadas de 3,000 euros está muito longe das minhas posses.
é o inicio de uma pequena história sobre um vendedor de safaris sexuais (gigolo) contada na primeira pessoa que ganha muito, mas muito dinheiro.
ha louco esse blog adorei!
deixo aqui o link do meu blog caso alguém queira visitar outros mundos!!!
obrigado pela visita e pelo comentário.
uau estou deveras impressionada,bem fixe
olá prima. seja bem-vinda.
espero que a história final te agrade.
e aqui comenta-se.
carpe diem
sempre, vou esperar por novos desenvolvimentos é que eu adoro ler
vai lendo este conto inserido na rubrica quotidianos:
http://www.portaviii.com/porque-sr-matias/